Uma análise técnica da operação financeira da sua empresa: o que está travando, o que está exposto e o que resolver primeiro. Entregue em laudo, com plano de ação.
Sem consultar ninguém: quanto sua empresa tem comprometido para os próximos 60 dias? Se você precisou pensar, é disso que o Raio-X trata.
sem mensalidade · sem fidelidade
Nada é pago sem a sua conferência. Não existe processo que garanta que está certo sem você olhar.
Planilha, banco, sistema e contador contam versões diferentes da mesma coisa. Fechar o mês virou reconstrução.
Contratar, investir, renegociar. Quando o levantamento fica pronto, a janela já passou.
BPO, controladoria, consultoria, sistema. Cada um vende uma coisa, e ninguém explica qual é o seu caso.
Impostos, obrigações acessórias, folha, balanço, enquadramento tributário.
Conciliação, contas a pagar e a receber, cobrança, fluxo de caixa projetado, indicadores de decisão.
Se três dos quatro descrevem sua empresa, o problema não é falta de dinheiro. É falta de visibilidade.
Documento em linguagem de dono, sem jargão técnico. Para você ler e decidir.
Sua pontuação de 0 a 1.000, com a nota de cada uma das cinco dimensões.
Cada área da operação classificada por status e criticidade, ponto a ponto.
Cada gargalo em ordem de criticidade e convertido em valor: quanto custa por mês e no acumulado.
O que resolver em 30 dias, em 90 e no médio prazo — com responsável e resultado esperado.
Reunião de apresentação dos resultados, com espaço para decisão dos sócios.
Vetor combina direção e intensidade. É isso que o diagnóstico entrega: para onde a empresa está indo, e com que força o resultado está sendo consumido.
Os números da sua empresa são confiáveis?
Onde o lucro está sendo consumido?
A empresa atravessa os próximos 90 dias com folga?
A rotina sustenta o crescimento?
Qual é o próximo passo, em que ordem e valendo quanto?
Cada dimensão gera pontuação própria, ponderada pelo impacto sobre a rentabilidade do negócio. O resultado é um índice único, que mostra em quantos pontos a empresa está e qual dimensão puxa a nota para baixo.
Você preenche o formulário e um especialista entra em contato. Entendemos o porte da operação e confirmamos se o diagnóstico faz sentido para o seu caso.
Você envia demonstrativos, extratos e contas a pagar e receber — cerca de uma hora da sua equipe. Depois, uma entrevista sobre rotina, controles e pontos cegos.
Analisamos, quantificamos cada gargalo e apresentamos os resultados. Você sai da reunião com o laudo completo em mãos.
As informações da sua empresa são tratadas como confidenciais, usadas exclusivamente para a elaboração do diagnóstico e não compartilhadas com terceiros.
Um analista financeiro com carteira assinada custa alguns milhares de reais por mês — e ainda depende de alguém dizer a ele o que analisar.
Um único mês de decisão sem visibilidade — um preço mal calculado, um recebível que ninguém cobrou — costuma custar mais do que o diagnóstico inteiro.
É a opção mais cara das três, e a única que não aparece em lugar nenhum da contabilidade.
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Não, e as duas funções são complementares. Seu contador cuida da apuração fiscal, das obrigações legais e do fechamento contábil — trabalho técnico e indispensável. O Raio-X analisa a operação financeira: como a rotina funciona, onde a informação trava, o que está exposto e o que está sendo consumido sem aparecer. É comum que o laudo seja usado justamente em conversa com o contador.
Depende do que se compara. É menos do que uma semana de um analista financeiro com carteira assinada, e menos do que costuma custar um único mês de decisão tomada sem visibilidade. O que você recebe é um documento técnico sobre a sua operação, feito sobre os seus números, com o grau de confiança de cada informação declarado.
Cerca de uma hora para reunir e enviar os documentos, mais uma conversa sobre a rotina da operação. O restante do trabalho acontece do nosso lado. Você reaparece na reunião de devolutiva.
É o cenário mais comum, e não impede o diagnóstico — é justamente o que ele mapeia. O que precisamos é acesso ao que existe: extratos, demonstrativos, contas a pagar e a receber. Se algo estiver faltando, apontamos isso no laudo em vez de estimar por cima.
Essa é uma objeção legítima, e às vezes é o caso mesmo. Vale considerar, porém, que o diagnóstico existe justamente para ordenar prioridades — ele diz o que resolver primeiro, o que depende do quê e o que pode esperar. Empresas com muitas frentes abertas costumam ser as que mais ganham com isso.
Não. Ele não é indicado para quem procura crédito, empréstimo ou capital de giro, nem para organização de finanças pessoais. E abaixo de um certo porte, a operação financeira ainda cabe no controle direto do dono — nesse caso a resposta honesta é esperar, e dizemos isso antes de você pagar.
Sim. As informações são tratadas como confidenciais, usadas exclusivamente para a elaboração do diagnóstico e não compartilhadas com terceiros.
Preencha ao lado e um especialista entra em contato para entender sua operação e confirmar se o diagnóstico faz sentido para o seu caso.